É possível notar a divisória de ambiente de vidro cada vez mais presentes em grupos corporativos, não é mesmo?

Não por acaso, essa é a razão de ter escolhido esse primeiro tema para iniciar nossa troca de informações sobre “espaços corporativos” aqui no blog da Marelli!

Um dos principais pontos que eu trouxe do exterior para o Brasil, depois de muitos anos de estudos, é a aplicação da neurociência aplicada à arquitetura  – popularmente conhecida como neuroarquitetura  nos ambientes de trabalho.

A Neuroarquitetura tem como objetivo oferecer um ambiente no qual os colaboradores possam ter saúde física e emocional como aliadas na produtividade e desempenho profissional. Sem dúvidas essa é uma forma de como melhorar qualidade vida trabalho.

E adivinhem quem está dentro deste conceito? 

As divisórias de ambiente de vidro, claro! Especialmente as que vão do teto até o chão, estão contempladas na chamada “neuroarquitetura”. 

Quais as vantagens no uso de divisórias de ambiente de vidro?

As divisórias de ambiente de vidro oferecem amplitude e transparência, impactando diretamente na motivação no ambiente de trabalho e bem-estar, tanto de clientes que estão numa sala de reunião, como também dos colaboradores, que vão poder trabalhar em escritórios que oferecem a leveza e integração próprias das divisórias de ambiente.    

Temos falado muito desse modelo de escritórios mais “clean” na arquitetura contemporanea, menos robustos e conservadores, especialmente os de modelo “open space”, sem divisórias de escritório. 

Cada vez mais derrubamos paredes para termos mais comunicação, mais colaboração dentro dos ambientes de trabalho. 

Quais desafios a se considerar em divisórias de ambiente de vidro?

Existem inúmeras vantagens tais como mencionamos acima no uso de divisórias de ambiente de vidro, porém, surgem alguns desafios, como: falta de privacidade, conforto acústico desses espaços e, claro, a cultura da empresa, que também deve ser considerada no momento de definir as melhores divisórias.

Apesar dos desafios, as opções de divisória de ambiente de vidro têm surgido como uma solução eficaz para quando desejamos, por exemplo, algum tipo de setorização e ao mesmo tempo transparência. 

Mas antes de definir qual a melhor alternativa para o projeto de uma empresa, deve-se considerar especialmente duas questões: a acústica e a integração.

Vamos entender agora sobre essas peculiaridades, vem comigo!

CONFORTO ACÚSTICO

Quando o principal objetivo de um ambiente é preservar a acústica, deve-se pensar em algo que não deixe o ruído gerado num ambiente ser ouvido nos demais espaços. 

Neste caso, podemos considerar, por exemplo, a linha de divisórias LINEAR da Marelli, que oferece uma estrutura mais robusta com espessura é maior, de 85mm e vidro duplo, sendo possível até mesmo colocar uma persiana interna entre os vidros.

divisoria piso teto

Outra opção para ter mais privacidade é usar, em algumas áreas da divisória, um fechamento opaco com MDP, para internamente acrescentar um material isolante, como lã de PET, que é atóxica e antimofo. 

INTEGRAÇÃO DOS AMBIENTES

No entanto, se o objetivo do projeto for setorizar os ambientes mas ainda assim manter essa integração visual, o ideal é optar por um tipo de divisória de ambiente de vidro com o máximo de transparência e junta seca entre os painéis de vidro, como o exemplo da linha TIME da Marelli. 

É importante que a junta seja com algum tipo de material que permita manter a transparência. 

A junta de policarbonato é muito interessante e é diferente do silicone, pois oferece a transparência, além de evitar o amarelamento ao longo do tempo e o deslocamento do produto. 

Então, é um produto muito mais eficiente do que o silicone e importante de se considerar na sua escolha!

OUTROS USOS PARA A DIVISÓRIA DE AMBIENTE DE VIDRO

Outro ponto interessante da divisória de ambiente de vidro é que ela pode oferecer inúmeras funções além de dividir os espaços. 

Pode-se trabalhar com adesivos para identidade visual, ou ainda adesivos como fundo de um painel e mural onde podemos escrever durante uma reunião. 

E no caso de quem opta por escrever, é possível, por exemplo, colocar um adesivo de fundo mais opaco para tornar a escrita visível. 

Também podemos aproveitar a estrutura da própria divisória para embutir as instalações elétricas ou outra infraestrutura que necessite. 

Eai, animado(a) para investir nesse conceito? 

Aplicando a divisória de ambiente de vidro no seu projeto

Para se aprofundar mais no conceito, assista a este webinar completo sobre o tema: Aplicando a Divisória de Ambiente de Vidro no seu Projeto.

E se você já está buscando um fornecedor diferenciado de divisórias de ambiente de vidro, vale a pena checar as soluções da Marelli para o seu projeto.

Eles possuem uma solução completa em assentos, mobiliário e divisórias piso teto com ergonomia adequada, e não nos deixam na mão quando o assunto é entregar e montar no prazo, respeitando a responsabilidade que temos com nossos clientes finais. 

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Outro ponto de credibilidade é a tradição de uma empresa que está a mais de 35 anos no mercado e possui mais de 30 lojas pelo Brasil e América do Sul!


Priscilla Bencke é arquiteta certificada em Neuroscience for Architecture (EUA), especialista em projetos para Ambientes de Trabalho, consultora internacional de Qualidade em Escritórios pela instituição alemã Mensch&Büro die Akademie, pós-graduanda em Neurociências e comportamento pela Pontifícia Universidade Católica (PUC/RS), pós-graduada em  Arquitetura de Interiores pela UniRitter Laureate International Universities e graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). 

É responsável pela “Bencke Arquitetura” e “Qualidade Corporativa: Smart Workplaces”, sendo pioneira na aplicação do conceito em projetos de “escritórios inteligentes”. No Brasil, tem realizado cursos e formações de profissionais, sendo a única representante da Mensch&Büro die Akademie na América. Já esteve presente em conferências como Orgatec New Visions of Work, na Alemanha; Worktech, em São Paulo, e a ANFA Conference (Academy of Neuroscience for Architecture), nos EUA, onde recebeu a oportunidade de expor o trabalho realizado no Brasil sobre os grupos que organiza para debater a neuroarquitetura.