Nunca foi segredo que o conforto no ambiente de trabalho é pré-requisito para a melhor performance dos funcionários. Ao considerarmos quem trabalha a maior parte do tempo sentado, por exemplo, as cadeiras de escritório têm um papel importantíssimo nesse contexto.

Além de a estética do mobiliário refletir uma imagem positiva da empresa, a ergonomia do móvel e o bem-estar no escritório também fazem toda a diferença no resultado final do trabalho.

Ou seja: visual, conforto e postura agem em conjunto, influenciando diretamente no desempenho dos colaboradores. Portanto, é fundamental estar atento a todas essas características quando o assunto é cadeiras de escritório.

Pensando nisso, trouxemos este post para que você entenda tudo sobre ergonomia e bem-estar no escritório. A partir daí, detalhamos os critérios que você precisa levar em conta na escolha da cadeira perfeita. Veja só!

Ergonomia e qualidade de vida no trabalho

Em linhas gerais, podemos dizer que o conceito de ergonomia é resultado de experimentos científicos que demonstram como as condições de trabalho interferem na eficiência humana. Dentre essas condições, destaca-se o conforto e a funcionalidade das instalações do ambiente trabalho e, sobretudo, do mobiliário do escritório.

Por isso é tão importante escolher corretamente as cadeiras do local. Quanto melhor a escolha, mais qualidade de vida o funcionário terá para trabalhar — o que refletirá diretamente nos resultados da empresa.

Isso sem falar nos inúmeros fatores de risco aos quais nos sujeitamos ao utilizar cadeiras inadequadas à boa postura. O principal deles está relacionado à nossa saúde.

Pode até ser que os sintomas demorem a aparecer, mas fato é que nossa coluna já começa a ser prejudicada desde os primeiros momentos sentados em cadeiras inapropriadas. A longo prazo, esses efeitos podem ser graves.

Isso significa que, para muito além da questão estética, o mobiliário da empresa deve prezar pela ergonomia visando não só o melhor desempenho dos funcionários, mas, sobretudo, a saúde física e mental no ambiente corporativo.

A escolha de cadeiras de escritório adequadas

O ponto de partida para escolher a cadeira ideal é considerar o perfil do usuário — tipo físico, personalidade etc. — e a função que ele desenvolve na empresa — se passará a maior parte do tempo sentado, se necessita de apoio constante para os cotovelos, dentre outras questões pertinentes.

O segundo passo também é fundamental: escolher móveis que sejam, antes de tudo, ergonômicos. Como vimos, investir em cadeiras de escritório ergonômicas é a maneira mais eficaz de garantir a qualidade de vida no trabalho, preservando a saúde e o bem-estar dos funcionários.

A partir desses dois pontos, é possível pensar com mais clareza quanto aos aspectos que deverão compor a escolha das cadeiras: altura, encosto, inclinação etc.

Abaixo, detalhamos cada um desses aspectos para que você possa fazer uma compra inteligente e funcional. Confira:

Regulagem de altura

É indispensável que todas as cadeiras da empresa estejam devidamente reguladas conforme a altura de seus usuários.

Via de regra, a altura correta deve permitir que os joelhos mantenham-se dobrados formando um ângulo de 90 graus com as solas dos pés, que devem estar encostadas no chão.

A dobra dos joelhos deve ficar de dois a três dedos acima do assento da cadeira, com as coxas totalmente apoiadas no estofado. Desse modo, evita-se a compressão da parte inferior da coxa, favorecendo a circulação sanguínea.

Como existem cadeiras de várias medidas no mercado, no momento da compra considere a seguinte condição: a cadeira ideal é aquela que oferece altura compatível para apoiar os ombros, cobrindo a maior parte das costas.

Se a empresa necessitar de cadeiras do tipo balconista, atente-se que, para esse caso, a altura do assento precisa ser de até 72 cm, devendo também conter aro de descanso para os pés.

Encostos

Assim como a altura da cadeira, o encosto também é um critério muito relevante na escolha do móvel: é essencial que a peça ofereça boa sustentação ao tronco e à lombar. Encostos mais altos, que vão da altura da cintura até próximo aos ombros, permitem melhor sustentação do peso enquanto estamos sentados.

Existem também as opções de encostos que vão até a altura da cabeça, sendo as opções mais indicadas para quem passar a maior parte do tempo na cadeira, já que esse tipo de encosto oferece apoio total à base do pescoço.

Vale lembrar, ainda, que quem passa muito tempo sentado precisa estabelecer uma rotina com pequenos intervalos para alongamento entre as tarefas do dia no espaço corporativo. Levantar-se para beber água, tomar um café ou até mesmo utilizar as escadas já ajuda nesse sentido.

Inclinação

Algumas cadeiras de escritório possuem o recurso da inclinação. E nada como dar aquela espreguiçada ao fim de uma atividade mais exaustiva, não é mesmo?

Pode até parecer bobagem, mas esticar o corpo de vez em quando ajuda a alongar a musculatura das costas, prevenindo problemas lombares por conta de tensão e estresse nos músculos.

Braços reguláveis

Cadeiras com a opção de braços reguláveis são ideais para manter os cotovelos bem apoiados em atividades de digitação ou escrita, adaptando a altura do braço conforme a necessidade do funcionário.

Assim, além de maior conforto para realizar as tarefas, adaptar a altura dos braços favorece a postura ereta da coluna, que é a posição ideal para quem precisa ficar horas e horas em frente ao computador.

Apoio para antebraço

Assim como o recurso de regulagem dos braços, o apoio para antebraço é um item opcional para cadeiras de escritório, mas nem por isso deve ser desconsiderado.

Pelo contrário, cadeiras que oferecem esse tipo de apoio proporcionam mais relaxamento para o pescoço e os ombros, além de favorecer a posição ideal dos antebraços, que devem formar um ângulo de 90 graus em relação aos braços e ombros.

Rodinhas

As rodinhas também não são itens imprescindíveis, mas facilitam muito na funcionalidade do móvel, principalmente quando pensamos nas pequenas locomoções no espaço corporativo: em vez de arrastar os pés da cadeira no chão, basta guiá-la por deslizamento, sem esforço físico e sem danificar o piso.

Material

Quanto ao tipo de revestimento das cadeiras de escritório, basta pensar na usabilidade da peça. Por exemplo: em escritórios onde as pessoas passam a maior parte do tempo sentado não é recomendado investir em materiais quentes e de difícil manutenção, como camurça ou gobelin.

Para esses casos, o mais indicado é escolher tecidos leves, ventiláveis e fáceis de limpar, como nylon,  poliéster, algodão ou lycra. Quanto ao revestimento em couro, sem dúvidas essa é uma opção de muita durabilidade e praticidade de limpeza, mas que não favorece tanto a ventilação da peça.

E lembre-se: quando for às compras, o custo-benefício deve falar mais alto na escolha da cadeira perfeita. Afinal, não é tarefa fácil aliar conforto, praticidade e saúde sem abrir mão da estética do móvel — ainda que essas condições sejam indispensáveis para a produtividade e o bem-estar no ambiente corporativo.

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