A arquitetura emocional é uma forma de projetar e executar projetos de arquitetura de forma que o espaço se torne o mais estimulante possível, ativando respostas e interações através de emoções. 

Foi-se o tempo em que os arquitetos concentravam os seus esforços apenas na forma e na função dos projetos. Afinal, com a subjetividade intrínseca aos seres humanos, é natural que as pessoas se inspirem nas sensações refletidas pelos ambientes. É exatamente esse o poder da arquitetura emocional.

Sobretudo nos projetos corporativos, os arquitetos mais antenados já se deram conta dessa tendência e estão trabalhando cada vez mais  em transformar as mensagens das marcas em verdadeiras experiências sensoriais.

Mas você deve estar se perguntando como fazer isso sem abrir mão da estética e da funcionalidade do ambiente, não é mesmo?

Neste post, explicamos o que é arquitetura emocional e damos dicas de como investir no design emocional. Acompanhe a leitura e inspire-se!

O que é arquitetura emocional?

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Embora a arquitetura emocional só tenha ganhado contornos formais na última década, não é de hoje que sabemos que o apelo emocional dos ambientes está diretamente ligado à experiência dos consumidores — essa área é chamada de neuroarquitetura.

Até porque, se um cliente não se sente à vontade em uma loja, ele também não se sentirá estimulado a comprar o produto, concorda?

Seguindo esse raciocínio, a indústria e o comércio passaram a investir pesado para adequarem os seus estabelecimentos dentro de uma proposta de design mais criativa, envolvendo-se emocionalmente com o público de forma natural e espontânea.

Chegamos então ao ponto que define o que é arquitetura emocional: projetar o espaço de modo que ele se torne o mais estimulante possível.

Isso tanto para a clientela quanto para o próprio empreendedor e os seus funcionários, pois um escritório bem projetado favorece a valorização da marca e a produtividade dos trabalhadores.

Arquitetura emocional na valorização da marca

https://blog.marelli.com.br/pt/neuroarquitetura-como-os-ambientes-impactam-no-cerebro/

Pensar nas experiências e nas sensações que o seu empreendimento pode despertar nas pessoas ultrapassa o aspecto visual do escritório.

É por isso que nessa proposta de aproximar marcas e clientes, a arquitetura emocional vai além de uma simples reforma ou da redecoração do ambiente.

Ela consiste em fazer um verdadeiro resgate do espaço com foco nas melhores sensações que ele pode oferecer e na qualidade das experiências para os usuários.

Quando um arquiteto prioriza o design emocional de um projeto, ele se propõe a conhecer o dia a dia daquele local, compreendendo o cotidiano das pessoas.

Assim, ele pode traçar estratégias que valorizem a identidade da marca e o bem-estar de todos ali envolvidos.

Engana-se quem pensa que para fazer isso é obrigatório aumentar o tamanho físico da área. Não necessariamente.

Você até pode expandir a metragem se o investimento permitir, mas é plenamente possível aplicar a arquitetura emocional apenas remodelando o layout do escritório ou comprando um mobiliário novo e mais funcional.

No próximo tópico, você entenderá melhor como isso funciona na prática.

Arquitetura emocional em projetos corporativos

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Dentro das estratégias para reforçar a ligação entre a arquitetura do ambiente e o seu apelo emocional, destacam-se a criação de escritórios mais funcionais, confortáveis e criativos.

Tudo isso, é claro, sem abrir mão da estética dos ambientes e sem comprometer o clima corporativo, já que escritório precisa ter cara de escritório, concorda?

A ideia é materializar sensações positivas por meio do design do ambiente, criando um espaço carregado de significados estimulantes.

Para fazer isso, pense primeiramente no conceito do projeto:

  • Que tipo de serviço a empresa oferece?
  • Quais são os seus potenciais clientes?
  • Como fazer com que a clientela e os trabalhadores sintam-se à vontade no espaço?

A partir dessas reflexões, você já terá dado um passo enorme na composição de um design que dialogue com a proposta e a linguagem da empresa.

O resultado você já sabe: mais estímulo para os funcionários e maior engajamento do público. Vamos então aos três pontos-chave para aplicar a arquitetura emocional no escritório.

3 pontos-chave para aplicar a arquitetura emocional

1. Layout

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Quando adentramos um estabelecimento e percebemos que tudo ali está ordem, é natural que a gente sinta mais confiança naquele serviço. 

Por isso, acertar no layout do escritório é fundamental para favorecer a identidade visual da marca e a credibilidade da empresa.

Pensemos juntos: se as plataformas de trabalho estão dispostas sem critério algum, se os setores estão mal divididos ou se há excesso de informações desencontradas, é natural que a sensação refletida pelo ambiente também seja de desordem. E aí a empresa perde em credibilidade.

Por isso, concentre-se em posicionar as ilhas e estações de trabalho do modo mais funcional possível, identificando cada setor, otimizando o espaço e promovendo a socialização entre as equipes.

2. Iluminação

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Isso é unânime. Todo mundo concorda que trabalhar em locais com iluminação defasada atrapalha a produtividade.

Primeiro, porque é quase impossível render bem em uma sala escura. Segundo, porque a luz solar é um estimulante natural, desde que na medida certa.

Não estamos falando para esquecer as cortinas e deixar as janelas abertas 100% do tempo. O que queremos dizer é que é essencial equilibrar a entrada de iluminação natural e as instalações do escritório, mas sem que a luz solar prejudique o conforto térmico ou visual.

Use a arquitetura emocional e evite posicionar mesas e cadeiras nos locais de incidência solar direta, pois a luz forte prejudica a visão dos funcionários.

Concentre as estações em locais de iluminação indireta e aposte em luminárias de lâmpadas brancas para reforçar o foco quando necessário.

Para favorecer o conforto térmico, invista em cortinas de qualidade e cuide também do posicionamento dos aparelhos de ar condicionado. Assim, não será preciso recorrer a eles a maior parte do tempo.

3. Mobiliário

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Aqui as palavras-chave da arquitetura emocional são conforto e ergonomia. É muito fácil entender por que: experimente trabalhar boa parte do expediente em uma cadeira desconfortável e verá como isso interfere na sua produtividade.

O mesmo vale para mesas de altura desregulada ou prateleiras que não comportem de forma prática os aparelhos e materiais do dia a dia.

Refletindo sobre essas situações, dá para perceber que quando o assunto é mobiliário corporativo, todo cuidado é pouco para acertar na escolha.

Além de ergonômicos, os móveis devem ter um design funcional para se adaptarem bem ao ambiente, facilitando o acesso às instalações e a circulação pelo local.

Complete sua leitura: Como escolher cadeira para escritório? Dicas ergonômicas da especialista.

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Você pode até não ter notado, mas tomando todos esses cuidados já estará projetando o ambiente conforme a tendência da arquitetura emocional.

Pois é! Apesar de parecer um assunto complexo à primeira vista, bastam algumas atitudes simples para remodelar o espaço e promover a melhor experiência sensorial a todos os envolvidos.

Escolha o melhor fornecedor para seus projetos de arquitetura emocional

Para garantir móveis com essas qualidades e garantia de origem, é preciso contar com fornecedores especializados no ramo, pois eles sabem exatamente que tipo de móvel indicar para projetos corporativos.

Na Marelli, estamos altamente comprometidos com a satisfação dos nossos clientes.

Com mais de 35 anos no mercado e mais de 30 lojas espalhadas no Brasil e na América do Sul, já comprovamos nossa capacidade em estabelecer relações de confiança a longo prazo com escritórios de arquitetura, designers de interiores e empresários.

Com o diferencial de oferecermos uma solução completa em mobiliário corporativo: assentos, móveis e divisórias piso teto, podemos ser o parceiro que você está procurando para seus projetos de arquitetura corporativa.

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