Em um ambiente corporativo, poucos móveis são tão importantes quanto as cadeiras. Para quem trabalha em um escritório, muitas vezes é normal passar a maior parte do tempo sentado. Além de exercerem funções básicas, as cadeiras são também partes focais da decoração e, em alguns casos, símbolos de status.

Da mesma maneira que muitas pessoas se preocupam com acabamentos e objetos decorativos na hora de decorar um ambiente corporativo, as cadeiras são elementos que devem ser verificados com todo o cuidado possível.

Com tantas opções disponíveis no mercado, é preciso levar em consideração as funções estéticas e funcionais das cadeiras. Propriedades ergonômicas, o perfil do usuário e o ambiente no qual ela será usada são apenas algumas das questões a serem analisadas na hora de escolher cadeiras para escritório. 

Caso queira saber como acertar na escolha de cadeiras para escritório, leia nosso post e descubra 5 dicas essenciais. 

como escolher cadeiras de escritório

1. Respeite os requerimentos ergonômicos

Prover móveis ergonômicos em um ambiente corporativo não é apenas um conforto, mas uma obrigação determinada pela NR-17 no que diz respeito à segurança e saúde no trabalho. Cadeiras que não se adaptam ao corpo do usuário podem causar problemas graves à saúde do trabalhador e impedi-lo de exercer sua atividade com eficiência.

Por isso, além de se adaptar ao corpo do usuário, a escolha da cadeira certa deve levar em conta a atividade exercida por ele. Existem diferentes tipos de cadeiras com propriedades adequadas para diferentes tipos de uso e média de tempo diário que o profissional passa sentado.

Quem trabalha com datilografia, por exemplo, necessita de um bom apoio de braços, de modo que o cotovelo permaneça em um ângulo de 90° durante o exercício da atividade. Já para quem fica atrás de um balcão mais alto necessita de uma cadeira com aro ajustável que serve de apoio para os pés.

De maneira geral, a coluna deve ser mantida ereta e os pés devem encostar no chão. Tanto os joelhos quanto os cotovelos devem permanecer em um ângulo de 90°. 

2. Pense no perfil do usuário

Em um ambiente corporativo, é comum o estilo da cadeira refletir o perfil do usuário. Sendo assim, temos no mercado modelos para atendentes e modelos para diretores, por exemplo. Em uma empresa na qual essa hierarquia é claramente exposta, a escolha de uma cadeira que reflita o status do usuário se faz necessária.

Os modelos mais tradicionais incluem a secretária, a caixa, a executiva, o diretor e o presidente. Elas variam em termos de ergonomia, sendo a cadeira presidente a que possui o maior número de mecanismos de ajuste. Isso ocorre devido à noção de que, quanto mais alto o cargo, mais tempo o profissional passa sentado na sua estação de trabalho.

Já em ambientes corporativos mais descontraídos, ou até mesmo de negócios criativos, como uma empresa de design gráfico, uma cadeira com um visual mais descolado pode ser mais condizente com o usuário do que a alternativa tradicional corporativa. 

3. Leve em consideração o ambiente

Além da necessidade de se adequar aos diferentes tipos de usuário, a escolha das cadeiras para escritório deve ter em vista também as características do ambiente. Uma sala de espera, por exemplo, pode ter cadeiras fixas e sem braços, como é o caso das que são encaixadas em fileiras, as chamadas longarinas.

As cadeiras fixas não apenas costumam ter o preço mais acessível, como também ajudam a manter o ambiente organizado, o que é de extrema importância em áreas como corredores e recepções. 

E por falar em recepções, vale lembrar de que os clientes não vão passar muito tempo sentados ali. Por isso, talvez seja interessante investir mais em um design interessante, que chame atenção e crie um ambiente que traduza o espírito do negócio para os visitantes.

Hoje em dia, existem no mercado diversos designs de cadeiras nos mais variados materiais e cores. A escolha do modelo certo vai garantir não apenas o conforto do usuário, mas também contribuir para o impacto visual do ambiente.

4. Avalie cada componente

Além do estilo e das funções ergonômicas, os diversos componentes das cadeiras para escritório também precisam ser avaliados nessa decisão. O material do rodízio, por exemplo, deve ser escolhido tendo em mente o piso no qual ela vai ser usada.

Sendo assim, em pisos frios como o porcelanato e a cerâmica, o material ideal para o rodízio é o W, o qual é feito de silicone e evita marcas e arranhões no acabamento. Já para pisos de madeira e carpetes, a melhor alternativa é o rodízio duro, modelo H, feito de nylon. 

Agora, quando o assunto é temperatura, um aspecto que merece atenção é o material do encosto e assento. Tecidos como o panamá, o gobelin ou o camurça esquentam mais e, por isso, não são indicados para ambientes mais quentes. Para materiais mais frescos, é melhor investir em algodão, nylon, mesh ou encostos de tela, que permitem uma maior passagem do ar. 

5. Alie o design à identidade do negócio 

O design de uma cadeira pode servir tanto para complementar o estilo da decoração como para representar a identidade do negócio. Confira alguns exemplos:

  • empresas com estilo mais corporativo podem se beneficiar de modelos mais tradicionais com cores sóbrias e padrões similares; 

  • negócios que querem passar uma identidade mais moderna e despojada podem apostar em designs mais ousados, misturando modelos, materiais e cores distintas

  • e para criar um ambiente mais tranquilo, apostar em cadeiras de cores claras e com formatos suaves pode ser uma boa alternativa. 

Como pôde ser visto, é necessário avaliar vários elementos na hora de escolher cadeiras para escritório. É preciso ter em mente sempre a saúde dos trabalhadores, o perfil dos usuários e a identidade do negócio. Saber negociar todas essas questões é essencial para que a melhor escolha seja feita para cada ambiente.

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