Estamos sempre em busca de proporcionar as melhores soluções para nossos clientes e para o mercado corporativo. Por isso, a convite da Neuroarq Academy, tivemos a honra de participar de uma pesquisa sobre a percepção de profissionais em ambientes corporativos mobiliados com Marelli.
A pesquisa é pioneira do ramo no Brasil e teve como objetivo entender como as pessoas se sentiam em um espaço com móveis da Marelli, mais especificamente no Base Coworking, no Allianz Parque.
Localizado dentro da arena mais moderna da América Latina, o Base Coworking possui acesso facilitado, ao lado de dois shoppings centers, em um bairro repleto de facilidades como hotéis, supermercados e academias, e vizinho a centros culturais como Sesc Pompéia e Memorial da América Latina.
Além da localização privilegiada, o espaço contou com projeto e execução das 500 posições de trabalho pela Construtora Compasso, que buscou atender o público da região e empresas voltadas à esportes, entretenimento ou que queiram estar presentes neste universo de forma independente aos eventos que ocorrem no local.
Para alcançarmos o objetivo da pesquisa, contamos com a participação de profissionais referências no assunto: Dirson Stein (Ph. D. em Neurociência), Gabriela Sartori (Arquiteta e Urbanista da Neuroarq Academy) e Priscilla Bencke (Arquiteta e Urbanista da Neuroarq Academy).
A metodologia da pesquisa se deu através da ferramenta EAPA (Escala de Autopercepção do Ambiente), a qual visa ajudar os usuários a compreender como os elementos ambientais afetam seu bem-estar e saúde. Ao todo, tivemos 121 avaliações sobre 9 ambientes.
O objetivo da ferramenta de Escala de Autopercepção do Ambiente é auxiliar seus usuários a desenvolverem e ampliarem sua percepção sobre o espaço e os elementos que o compõe, identificando impactos e influências positivas e negativas relacionadas aos elementos ambientais em seu bem-estar, comportamento e saúde. A ferramenta foi desenvolvida para ser prática, intuitiva e gerar dados qualitativos e quantitativos em formato de escala de autopercepção, para apoiar e indicar possíveis tomadas de decisão em projetos.
Confira agora quais soluções Marelli foram avaliadas e acesse o resumo completo no final do conteúdo:
A ergonomia é o estudo da relação entre homem e máquina ou outros elementos de um sistema, como é o caso da profissão e do ambiente de trabalho. Isso é feito com o objetivo de buscar a segurança e eficiência ideais na interação entre seres humanos e esses sistemas.
Ergonomia tem a ver com qualidade de vida e saúde. Com otimizar as condições de trabalho, usando tecnologias e o que mais estiver à disposição para isso. Sendo assim, continue a leitura para aprender mais sobre a história da ergonomia, quais são seus objetivos e como sua aplicação funciona na prática. Boa leitura!
Etimologia e influência da ergonomia no mercado de trabalho
A palavra ergonomia tem origem grega. Para compreendermos o seu conceito, podemos analisá-la da seguinte maneira: “ergon” (trabalho) e “nomos” (regras e leis). Podemos dizer então que são regras para o ambiente de trabalho que regulam questões do mobiliário, mas também envolvem todos os outros elementos do ambiente. Na verdade, a ergonomia leva em consideração todos os elementos que impactam de alguma forma na saúde e segurança das pessoas enquanto elas desempenham uma atividade profissional.
Por isso, a importância de compreender que, em qualquer projeto para escritório, precisamos ter como foco principal o ser humano para que assim o ambiente, incluindo mobiliário, iluminação, acústica, climatização, entre outros, se adapte às necessidades de cada pessoa e não o contrário.
Surgimento da ergonomia e os primeiros registros do uso da palavra
Os primeiros termos relacionados à ergonomia surgiram por volta de 1857, com o pesquisador polonês Wojciech Jastrzebowski. Jastrzebowski teria feito, na época, um artigo sobre a aplicação do conceito enquanto “ciência do trabalho baseada nas leis objetivas da ciência e da natureza”. Foi a partir disso que o termo ergonomia foi incluído no dicionário.
Um pouco mais tarde, em 1949, período no qual as pessoas passaram a se preocupar mais com a saúde, Kenneth Frank Hywel Murrell liderou a criação da primeira sociedade dedicada a ergonomia, a Ergonomics Research Society, na Inglaterra.
Em 1959 surge também a fundação da International Ergonomics Association (IEA), que define a ergonomia pelo objetivo de elaborar um corpo de conhecimentos que, dentro de uma perspectiva de aplicação, deve resultar em uma melhor adaptação ao homem dos métodos tecnológicos e dos ambientes de trabalho e de vida.
Para que fosse possível seguir um padrão mínimo de diretrizes e parâmetros técnicos, cada lugar do mundo passou a criar normas que orientam a aplicação do conceito de ergonomia.
Como a ergonomia funciona na prática?
A importância da ergonomia no ambiente de trabalho pode ser traduzida como o estudo das interações entre humanos e outros elementos de um sistema e de todos os métodos de um projeto. Ela é responsável por otimizar tanto o bem-estar das pessoas quanto o desempenho de todo o sistema.
De acordo com a Organização Internacional de Normalização (ISO), a ergonomia é uma análise diretamente proporcional do homem em relação a algo. Isso vale para o ambiente onde se vive e trabalha, assim como o mobiliário, iluminação e demais aspectos essenciais que impactam na saúde e qualidade de vida das pessoas.
Quais os benefícios da ergonomia?
No momento de elaborar um projeto para o ambiente de trabalho, é fundamental analisar a saúde física e emocional de cada pessoa naquele espaço. Quanto mais esforços um indivíduo tiver que suportar, mais suscetível ele estará a danos permanentes.
É como aquela famosa “dorzinha nas costas e no pescoço”, a qual muitas vezes não se dá importância, classificando-a como “normal”. A longo prazo pode causar enormes prejuízos. Por isso, todo e qualquer projeto para escritório deve considerar um espaço que seja adaptado ao ser humano, sem que este precise gerar qualquer tipo de esforço em seu ambiente.
Além dos aspectos da saúde mental das pessoas, deve-se analisar, portanto, o biotipo do profissional, porque postos de trabalho que não atendem às necessidades da tarefa e características físicas do trabalhador resultam em movimentos e posturas inadequadas. Lembre-se que a promoção da qualidade de vida no trabalho vai contribuir para que o profissional produza mais e melhor.
Como aplicar a ergonomia aos ambientes corporativos?
Segundo estudos, atualmente, as pessoas que trabalham em escritórios ficam cerca de 80% do tempo sentadas, ocasionando uma série de problemas à saúde. Além disso, o sedentarismo tem começado cada vez mais cedo nas últimas gerações. Pesquisas apontam que um terço dos estudantes já apresentam danos musculares ao final da vida escolar por consequência do mobiliário e inatividade por longos períodos.
Dentre as principais soluções em ergonomia para estes cenários estão a implementação de ambientes mais humanos, ou seja, que interajam com as necessidades de cada indivíduo. Além disso, claro, utilizar um mobiliário que ofereça possibilidades de desempenhar atividades numa postura adequada.
Precisamos de movimento e flexibilidade, e regras estáticas muito rígidas, provavelmente não funcionarão. Intercalar momentos de trabalho em pé e sentado é sempre a melhor opção para manter a movimentação saudável em um ambiente de trabalho, seja através de mesas com elevação de altura ou mesas mais altas para rápidas reuniões em pé ou bancadas de apoio para atividades rápidas.
Ergonomia: uma de nossas maiores motivações
Na Marelli, acreditamos que móveis ergonômicos ajudam a criar ambientes que transformam profissionais. Por isso, trabalhamos utilizando tecnologia de ponta e toda a nossa expertise, no intuito de criar soluções ergonomicamente eficientes.
Conheça mais sobre nossa história e o que nos motiva clicando aqui!
Quer entender como a ergonomia funciona na prática? Assista os dois vídeos a seguir, desenvolvidos em parceria com a arquiteta Priscilla Bencke. Confira o talk de conteúdo e descubra como a qualidade corporativa é fundamental para qualquer organização.
Gostou de aprender um pouco mais sobre o que é layout funcional e suas vantagens? Ficou interessado em ver mais conteúdos como este ou conhecer os nossos serviços? Então, entre em contato com a nossa empresa que iremos ajudá-lo naquilo que precisar!
Sabemos que a arquitetura corporativa envolve muito mais que o resultado estético que ela proporciona, afinal, a arquitetura empresarial deve considerar o bem-estar, a produtividade e a imagem da empresa.
Por isso, resolvemos tratar deste tema neste post. Vamos abordar o que é arquitetura corporativa e seus principais desafios. Nossa ideia é mostrar como é possível superá-los com conhecimento e criatividade. Confira!
O que é arquitetura corporativa?
A arquitetura corporativa tem como objetivo criar espaços funcionais e esteticamente alinhados ao valores e à imagem de uma empresa.
Um projeto de arquitetura empresarial bem elaborado contribui para que uma organização alcance diversos de seus objetivos, como:
produtividade,
qualidade de vida dos colaboradores,
imagem positiva junto aos clientes,
colaboração,
facilidade para realização das tarefas.
Mas se já é difícil conciliar interesses e criar um projeto perfeito para os habitantes de uma única residência, imagine o desafio de harmonizar as necessidades e desejos de uma série de funcionários, que realizam as mais diferentes atividades em seu dia a dia.
Pensando em te ajudar a driblar os principais desafios da arquitetura corporativa, listamos a seguir quais são eles e como resolvê-los.
Principais desafios da arquitetura em ambientes corporativos
A seguir apresentamos quatro desafios da arquitetura em ambientes corporativos:
Refletir a cultura organizacional na Arquitetura Corporativa
Garantir conforto e qualidade de vida aos colaboradores
Otimizar o espaço
Equilibrar privacidade e colaboração
Entenda melhor, a seguir.
1. Refletir a cultura organizacional na Arquitetura Corporativa
Antes mesmo de iniciar um projeto de arquitetura corporativa, o profissional deve mergulhar no universo daquela companhia. Ele precisa entender:
os valores que ela adota,
qual é o perfil dos colaboradores,
as atividades realizadas naquele espaço.
Um projeto excelente e criativo para empresas de um determinado setor pode ser completamente incoerente com a identidade de organizações que atuam em ramos diferentes.
Por isso, é essencial que o arquiteto corporativo saiba qual é a imagem que a empresa precisa transmitir.
Tradição ou inovação?
Formalidade ou proximidade?
Tecnologia ou humanização?
Credibilidade ou criatividade?
Não que essas características sejam autoexcludentes, mas deve-se priorizar o valor que a empresa pretende enfatizar junto aos clientes.
Portanto, o primeiro passo para um projeto bem-sucedido dentro da arquitetura corporativa é fazer um briefing detalhado.
Conversar com as pessoas e observar atentamente o ambiente é tão importante quanto as respostas “oficiais”, pois permitem identificar necessidades implícitas.
2. Garantir conforto e qualidade de vida aos colaboradores
A maior parte dos trabalhadores passa um bom tempo de suas vidas dentro de uma empresa. São horas e horas semanais sempre entre das mesmas paredes, às vezes exercendo funções que podem ser estressantes.
O ambiente pode agravar essa situação ou amenizá-la. Isso torna a preocupação com a saúde, conforto e qualidade de vida dos colaboradores uma prioridade na elaboração de projetos arquitetônicos corporativos.
Criar um espaço agradável, que favoreça o bem-estar, exige que o arquiteto esteja sempre atento a novas soluções.
Existem empresas que desenvolvem tecnologias e criam produtos que amenizam esses problemas. Entre as soluções adotadas na arquitetura corporativa, podemos citar:
divisórias e revestimentos de parede que absorvem ruídos,
carpetes que garantem conforto sem prejudicar os alérgicos,
jardins verticais ou internos que purificam o ar do ambiente e que ajudam o funcionário a aliviar a mente são algumas dessas opções.
Da mesma forma, há soluções para diversos aspectos:
iluminação,
isolamento acústico,
cabeamento eficiente e o mais oculto possível,
limpeza e conservação do ambiente,
medidas de segurança no trabalho, entre outros.
Não se pode esquecer também da importância do mobiliário corporativo. O efeito imediato do desconforto dos funcionários é a baixa produtividade, mas a longo prazo os resultados são ainda mais preocupantes.
Postura inadequada, por exemplo, pode ocasionar problemas sérios de saúde nos colaboradores.
Aliás, dores nas costas estão entre as principais causas de absenteísmo no Brasil. Portanto, deve-se priorizar a ergonomia e usar móveis projetados e fabricados com os melhores materiais e tecnologias para evitar essas consequências.
Portanto, é fundamental que o arquiteto corporativo busque boas referências, pesquise novas alternativas e fique antenado às possibilidades que o mercado apresenta.
Desta forma, o projeto vai favorecer o bem-estar e qualidade de vida no ambiente de trabalho e a produtividade da companhia.
3. Otimizar o espaço
Entre a realidade e a solução ideal, muitas empresas encontram um grande obstáculo: o tamanho do local de trabalho. E esse é um dos aspectos que mais demanda a criatividade do arquiteto.
Especialmente nas grandes cidades, as companhias necessitam de uma solução interna para o problema. Nesses locais, a expansão das empresas é extremamente cara, tornando novas locações ou aquisições inviáveis.
Por isso, cabe ao arquiteto encontrar uma maneira de encaixar todos os colaboradores em um espaço pequeno e ainda torná-lo funcional.
O profissional pode otimizar esse espaço de diversas formas. Uma das principais ferramentas da arquitetura corporativa é um design de escritório inteligente que melhora a funcionalidade do ambiente mesmo em áreas reduzidas.
Além disso, o arquiteto pode equipar esse espaço com mobiliário funcional. Ele permite agregar utilidades, o que leva a um aproveitamento melhor da área.
Outra vantagem é que esses móveis facilitam a organização dos objetos, deixando o ambiente mais agradável e reduzindo o tempo de realização das tarefas diárias.
4. Equilibrar privacidade e colaboração na arquitetura corporativa
Espaços muito compartimentados, cheios de salas fechadas, com paredes e separações, estão caindo em desuso.
Isso não é simplesmente uma moda, mas uma maneira de facilitar as atividades que a maioria das empresas realiza no dia a dia.
Hoje as organizações adotam uma nova dinâmica de trabalho. A informação precisa fluir livremente e tudo o que dificulta a interação entre as pessoas está sendo retirado do ambiente corporativo.
Por isso, muitas empresas estão adotando espaços abertos e amplos, que reúnem um grupo maior de funcionários.
Além de favorecer o trânsito da informação e a integração, esse layout ajuda a conectar os colaboradores e fortalecer o espírito de equipe.
No entanto, algumas atividades ainda requerem um certo nível de privacidade, seja para não expor questões delicadas ou para favorecer a concentração.
Para atender essa necessidade, o arquiteto corporativo precisa também criar espaços reservados.
Entre as muitas alternativas, as paredes ou divisórias para escritórios — totais ou parciais — são uma excelente opção. As divisórias de vidro garantem a privacidade sem afetar a percepção de um espaço aberto. Portanto, neles as pessoas não se sentem enclausuradas.
No vídeo abaixo a arquiteta Priscilla Bencke explica um pouco mais sobre como usar as divisórias para criar ambientes com privacidade sem perder a capacidade de integração, dentro da arquitetura corporativa.
Também é importante que o arquiteto entenda que tipo de interação ocorre com os clientes no ambiente corporativo.
Eles nunca aparecem no espaço?
Recebem atendimento individualizado?
Participam de reuniões coletivas?
Essas questões vão ajudá-lo a desenhar ambientes coletivos e privativos que atendam às necessidades da companhia em todos os seus momentos, tornando o projeto de arquitetura corporativa ainda mais funcional e adequado.
Onde encontrar móveis e divisórias para projeto corporativo?
Você está buscando um fornecedor dos móveis responsável e de qualidade para seu projeto corporativo?
Já encontrou dificuldades com outros fornecedores, por falta de qualidade, ergonomia e até compromisso com o prazo de entrega de montagem?
Na Marelli, estamos altamente comprometidos com a satisfação dos nossos clientes.
Com mais de 35 anos no mercado e mais de 30 lojas espalhadas no Brasil e na América do Sul, já comprovamos nossa capacidade em estabelecer relações de confiança a longo prazo com escritórios de arquitetura, designers de interiores e empresários.
Com o diferencial de oferecermos uma solução completa em mobiliário corporativo: assentos, móveis e divisórias piso teto, podemos ser o parceiro que você está procurando para seus projetos de layout funcional.
Neste post nós reunimos alguns dos principais desafios da arquitetura corporativa. São os mesmos que você encontra no dia a dia? E as dicas, foram úteis?
Então que tal acompanhar o nosso conteúdo e descobrir novidades relevantes para o seu setor? Nós sempre falamos sobre elas aqui no blog. Para não perder nada é só nos seguir no Facebook, LinkedIn e Instagram! Nos encontramos por lá!
Competitividade não precisa ser sinônimo de colaboradores estressados. Embora a pressão por resultados no mundo corporativo seja cada vez maior, várias empresas estão descobrindo uma estratégia para aliviar a tensão de seus funcionários e aumentar a satisfação e produtividade — as salas de descompressão.
E você, já ouviu sobre esse conceito? Sabe de que forma essas salas contribuem para o bem-estar da equipe, com ganhos consequentes na criatividade dos colaboradores, aumento da produtividade e lucratividade do negócio?
Então, não perca este post! Vamos tratar desse tema e mostrar que ele pode ser a solução para muitas empresas que você atende. Boa leitura!
O que é uma sala de descompressão?
A sala de descompressão é um espaço que a empresa oferece aos colaboradores para que eles se desconectem um pouco do trabalho. Seu principal objetivo é promover um tempo de relaxamento, fazendo com que voltem às suas atividades revigorados.
Esse tipo de ambiente é fundamental para aliviar a tensão das pessoas. Afinal, hoje em dia, o trabalho pode exercer uma enorme pressão sobre os colaboradores, afetando seu bem-estar em primeiro lugar e, a seguir, sua produtividade.
Fatores como a alta competitividade do mercado, as atividades sedentárias e a conexão permanente podem minar a disposição de qualquer trabalhador. Portanto, um ambiente de descompressão é essencial para eles relaxarem e recuperarem a plena capacidade cognitiva.
Como surgiram as salas de descompressão?
Se você acompanha as tendências do mundo corporativo, deve ter percebido que esse conceito surgiu em algumas grandes empresas de tecnologia. Google, Facebook e LinkedIn foram as primeiras gigantes que se destacaram por ambientes descontraídos.
E qual foi o motivo? Elas perceberam que precisavam de um esforço extremo de seus colaboradores. Eles precisavam inventar produtos e serviços para os quais não havia nenhum precedente. Isso exigia foco, criatividade e capacidade para solucionar problemas.
Como ninguém consegue viver nesse limite o tempo todo, essas empresas descobriram que a descompressão era uma forma de aliviar o estresse. Relaxados, esses colaboradores voltavam para suas tarefas e rendiam mais, tanto do ponto de vista quantitativo quanto qualitativo.
Depois dessas experiências bem-sucedidas, a prática ganhou força. Primeiro, ela conquistou outras companhias de tecnologia e inovação. Atualmente, as salas de descompressão estão presentes em empresas de vários segmentos e portes.
Como funciona uma sala de descompressão?
Basicamente, a sala de descompressão é um ambiente estimulante, com decoração colorida e descontraída. Ela oferece atividades interessantes e divertidas aos colaboradores, como jogos, alimentos e elementos que promovem a convivência.
Além disso, o ambiente precisa ser extremamente confortável. Ele não deve ter a cara de um escritório, mas um espaço de desligamento total das atividades de rotina.
Quais são as vantagens da sala de descompressão?
Desde que as primeiras salas de descompressão foram criadas, as companhias perceberam uma série de benefícios. A seguir, mostramos os principais. Acompanhe.
Área de descompressão oferece estímulos aos colaboradores
Os colaboradores se sentem valorizados. Eles percebem que a empresa está investindo em seu bem-estar e, portanto, as chances de engajamento se tornam maiores.
Prevenção a doenças e afastamentos
Muitas pessoas são afastadas do trabalho por doenças mentais ou problemas relacionados à postura. Depressão, ansiedade, burnout, lesões por esforços repetitivos, dores nas costas e pescoço são alguns exemplos.
A sala de descompressão reduz esses problemas. Em primeiro lugar, ela contribui para o alívio ao estresse. Além disso, faz com que as pessoas saiam de suas posições mais comuns no trabalho e, em alguns, casos até se movimentem. Portanto, previne doenças.
Aumento da produtividade
Satisfeitos e relaxados, os colaboradores rendem mais. Pausas programadas dão à mente o tempo de recuperação que ela precisa para voltar à ação muito mais concentrada.
Área de descompressão promove a integração da equipe
Conviver com os colegas em um ambiente descontraído contribui para criar um vínculo entre os membros do time. Eles têm a oportunidade de conversar sobre assuntos diferentes e se divertirem juntos, descobrirem afinidades e se tornarem mais próximos.
Essa convivência se reflete no ambiente de trabalho, com maior cooperação, troca fluida de ideias e sinergia do grupo.
Como montar uma sala de descompressão?
Até aqui você percebeu que a sala de descompressão traz uma série de vantagens. Com certeza, deve ter pensado em como seus clientes se beneficiariam com esse tipo de ambiente e de que forma sua inclusão pode trazer um diferencial ao projeto.
Então, finalizaremos com algumas dicas fundamentais para planejar salas de descompressão.
Estruture a área de descompressão a partir da cultura da empresa
Antes de começar, você precisa analisar a cultura da empresa. Ela pede ambientes descontraídos, coloridos e interativos, ou basta ser um espaço de relaxamento? Identifique o comportamento das pessoas e faça uma escolha baseada nesses fatores.
Defina onde será a sala de descompressão
Existe mais de uma possibilidade para criar a sala de descompressão. Algumas companhias têm uma área separada para essa finalidade. Em outras, o projeto é praticamente uma extensão do local de trabalho e fica integrado a ele.
A escolha depende das atividades previstas no ambiente de trabalho. Se, durante o período de foco nas atividades, as pessoas precisam de silêncio e concentração, é melhor optar pelo espaço separado.
Já se a ideia é que todos trabalhem em conjunto, que troquem ideias criativas e façam até mesmo reuniões informais, aposte no projeto integrado.
Ofereça atividades interessantes para seu público interno
Em algumas empresas, a piscina de bolinhas faz o maior sucesso. O mesmo acontece com o videogame, o pebolim, os jogos de tabuleiro. Já em outras empresas, o público interno não tem o menor tipo de interesse por essas atividades.
Portanto, antes de escolher as opções que serão oferecidas, estude o público interno. Identifique seus interesses e o que gostam de fazer para relaxar para projetar o ambiente apropriado.
Crie uma decoração estimulante na sala de descompressão
A ideia é quebrar aquela ideia de “ambiente de escritório”. Portanto, é válido usar móveis e quadros coloridos, desfazendo a monotonia. Um toque de paisagismo também é bem-vindo, pois o verde traz relaxamento e ajuda a oxigenar o cérebro.
Porém, aqui vale a mesma observação do item anterior: analise seu público-alvo. Pode ser que uma decoração moderna e descolada demais não seja tão agradável, dependendo do perfil dos usuários daquele espaço.
Pense no conforto da sala de descompressão
Ninguém consegue relaxar em móveis desconfortáveis! Por isso, aconchego é a palavra de ordem para escolher a mobília da sala de descompressão. Procure produtos de boa qualidade para que eles não percam essa característica no decorrer do tempo.
Como já falamos, os colaboradores precisam mudar de posição. Então, sofás e pufes são excelentes opções para que eles relaxem o corpo e a mente. Até redes são válidas!
Também é importante que os móveis sejam adaptáveis para que os funcionários consigam mudar a configuração da sala. Assim, eles podem se prestar a uma conversa mais privada entre duas ou três pessoas ou, até mesmo, reunir um grupo de 20!
Provavelmente, depois dessas informações você ficou com vontade de ter uma sala de descompressão não só nos seus projetos, mas à sua disposição! Esperamos que este post tenha ajudado a entender o propósito desses ambientes e a projetá-los da melhor forma.
Quer saber mais sobre projetos que estimulam a integração e o relaxamento dos colaboradores? Confira aqui no nosso blog um post sobre área de descompressão e de convivência no ambiente de trabalho. Você vai gostar!
Quer melhorar sua sala de descompressão? Conte com a Marelli
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Já encontrou dificuldades com outros fornecedores, por falta de qualidade, ergonomia e até compromisso com o prazo de entrega de montagem?
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